Blog sobre a vida sustentável, que vale a pena ser vivida, com muita dignidade e com a qualidade de vida que só Deus pode dar.
sábado, 23 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
Nada como um dia após o outro !
Eu bebi e bebo da fonte da água da vida,e passo de cabeça erguida
Lia Fernandes
Educar para o futuro com sustentabilidade texto de Lia Fernandes
Introdução
Como educadora , bióloga e ambientalista eu não vejo educação no futuro sem falar de sustentabilidade, o grande desafio para a formação de novos profissionais é educar para uma sociedade sustentável. Educar é algo coletivo, colaborativo. Não se admite mais em educação e no ambiente escolar segmentar conhecimento. A escola tem que ser interativa interdisciplinar. O uso de recursos midiáticos favorecem essa interatividade.Para garantir uma melhor qualidade de ensino para as gerações futuras.Por isso mais do que interdisciplinar a educação para o futuro tem que ser repleta de recursos audiovisuais midiáticos, tem que fazer uso de ferramentas multimídias. Educação do futuro em um mundo sustentável O termo sustentabilidade originou-se na economia (desenvolvimento sustentável) e na ecologia. Segundo Moacir Gadotti, “O termo se inseriu definitivamente na educação, sintetizado no tema: uma educação sustentável para a sobrevivência do planeta, difundido pelo movimento pela Carta da Terra. Esse tema vai dominar muitos debates educativos nas próximas décadas.” Para Lia Dinskin, na educação do futuro é preciso desenvolver quatro habilidades e competências; contextualizar a informação, desenvolver senso crítico, alfabetização emocional e tomar cuidado com o comprometimento, para que ele não se transforme em oportunismo. A educação dentro de uma perspectiva tecnológica é fundamental para a construção e a formação da cidadania. A educação do futuro deve conhecer e desenvolver tecnologias sustentáveis e inovadoras. É evidente que os objetivos variam de acordo com cada curso ou disciplina proposta. Segundo Perrenoud(200:128), “Formar novas tecnologias é formar o julgamento, o senso critico, o pensamento hipotético e dedutivo, as faculdades de observação e de pesquisa, a imaginação, a capacidade de memorizar e classificar, a leitura e a análise de textos e de imagens, a representação de redes, de procedimentos e de estratégias de comunicação.” Na educação sustentável o aluno memoriza, ele adquire conhecimentos contínuos permanentes de forma crítica auxiliando com ensino-aprendizagem multimídia no trabalho intelectual. As novas tecnologias permitem dinamizar, facilitar e sustentar uma aprendizagem eficaz, significativa e efetiva. Como as tecnologias estão em constante inovação elas permitem a rápida contextualização e atualização da educação e do conhecimento. As tecnologias educacionais rompem os limites e as barreiras sociais, geográficas, econômicas, políticas, etc. Uma vez que elas aumentam o acesso à informação e ao conhecimento. A educação tecnológica, nesse processo, torna-se inclusiva e favorece vários níveis sociais, inclusive as minorias, ou seja, possibilita que camadas mais pobres tenham acessos às mesmas quantidades de informações e aos mesmos conteúdos que a elite, permitindo que os menos favorecidos participem em maior quantidade de decisões que afetam suas vidas, possibilitando a mobilidade social, permitindo a cada um ser protagonista da sua própria história. Os projetos políticos - pedagógicos das escolas e dos Estados devem incorporar as tecnologias dentro desses projetos, levando em conta as necessidades sócio- econômico-culturais das comunidades focando o desenvolvimento humano com sustentabilidade. Assim as tecnologias seriam uma ferramenta poderosa na inclusão e fortalecimento dos projetos e propostas político- pedagógicas da comunidade escolar respondendo às necessidades específicas das sociedades nas quais haverá de funcionar .
Conclusão
Segundo Frederico Mayor (UNESCO), “A chave do desenvolvimento sustentável e autônomo é a educação, uma educação que alcance todos os membros da sociedade, em novas modalidades e por intermédio de novas tecnologias para proporcionar a todos verdadeiras oportunidades de aprender ao longo de toda vida (...) “. Sendo assim, a tecnologia contribui para uma maior democratização na educação e para uma educação cada vez mais sustentável, fortalecendo o exercício de uma cidadania duradoura, significativa e libertadora. Aos profissionais ligados à educação, em todas as áreas, cabe a consciência que o uso destas tecnologias exige; uma nova maneira de entender a educação e uma nova forma de ver e pensar o mundo. E essa preocupação não pode ser só da área educacional, mas de todos os setores políticos, econômicos, meios de comunicação, ou seja, toda sociedade organizada.
Finalizo com uma frase de Fernando Pessoa:
“Da minha aldeia vejo quanto da Terra se pode ver o Universo... Por isso a minha aldeia é tão grande como outra qualquer Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura...”
Fontes
http://www.eca.usp.br/prof/moran/textost.htm http://www.eca.usp.br/prof/moran/novtec.htm http://aprendiz.uol.com.br/content/memesusled.mmp http://www.recea.org.br/acervo/Proposta_POLITICA_WORD2.pdf http://www.ebah.com.br/educacao-para-um-futuro-sustentavel-uma-visao-transdisciplinar-para-uma-acao-compartilhada-l179087.html http://www.bancodoplaneta.com.br/profiles/blog/show?id=1741754%3ABlogPost%3A216142 http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2003/ebs/index.htm http://e-educador.com/index.php/artigos-mainmenu-100/4475-education09 http://www.profala.com/arteducesp149.htm
Introdução
Como educadora , bióloga e ambientalista eu não vejo educação no futuro sem falar de sustentabilidade, o grande desafio para a formação de novos profissionais é educar para uma sociedade sustentável. Educar é algo coletivo, colaborativo. Não se admite mais em educação e no ambiente escolar segmentar conhecimento. A escola tem que ser interativa interdisciplinar. O uso de recursos midiáticos favorecem essa interatividade.Para garantir uma melhor qualidade de ensino para as gerações futuras.Por isso mais do que interdisciplinar a educação para o futuro tem que ser repleta de recursos audiovisuais midiáticos, tem que fazer uso de ferramentas multimídias. Educação do futuro em um mundo sustentável O termo sustentabilidade originou-se na economia (desenvolvimento sustentável) e na ecologia. Segundo Moacir Gadotti, “O termo se inseriu definitivamente na educação, sintetizado no tema: uma educação sustentável para a sobrevivência do planeta, difundido pelo movimento pela Carta da Terra. Esse tema vai dominar muitos debates educativos nas próximas décadas.” Para Lia Dinskin, na educação do futuro é preciso desenvolver quatro habilidades e competências; contextualizar a informação, desenvolver senso crítico, alfabetização emocional e tomar cuidado com o comprometimento, para que ele não se transforme em oportunismo. A educação dentro de uma perspectiva tecnológica é fundamental para a construção e a formação da cidadania. A educação do futuro deve conhecer e desenvolver tecnologias sustentáveis e inovadoras. É evidente que os objetivos variam de acordo com cada curso ou disciplina proposta. Segundo Perrenoud(200:128), “Formar novas tecnologias é formar o julgamento, o senso critico, o pensamento hipotético e dedutivo, as faculdades de observação e de pesquisa, a imaginação, a capacidade de memorizar e classificar, a leitura e a análise de textos e de imagens, a representação de redes, de procedimentos e de estratégias de comunicação.” Na educação sustentável o aluno memoriza, ele adquire conhecimentos contínuos permanentes de forma crítica auxiliando com ensino-aprendizagem multimídia no trabalho intelectual. As novas tecnologias permitem dinamizar, facilitar e sustentar uma aprendizagem eficaz, significativa e efetiva. Como as tecnologias estão em constante inovação elas permitem a rápida contextualização e atualização da educação e do conhecimento. As tecnologias educacionais rompem os limites e as barreiras sociais, geográficas, econômicas, políticas, etc. Uma vez que elas aumentam o acesso à informação e ao conhecimento. A educação tecnológica, nesse processo, torna-se inclusiva e favorece vários níveis sociais, inclusive as minorias, ou seja, possibilita que camadas mais pobres tenham acessos às mesmas quantidades de informações e aos mesmos conteúdos que a elite, permitindo que os menos favorecidos participem em maior quantidade de decisões que afetam suas vidas, possibilitando a mobilidade social, permitindo a cada um ser protagonista da sua própria história. Os projetos políticos - pedagógicos das escolas e dos Estados devem incorporar as tecnologias dentro desses projetos, levando em conta as necessidades sócio- econômico-culturais das comunidades focando o desenvolvimento humano com sustentabilidade. Assim as tecnologias seriam uma ferramenta poderosa na inclusão e fortalecimento dos projetos e propostas político- pedagógicas da comunidade escolar respondendo às necessidades específicas das sociedades nas quais haverá de funcionar .
Conclusão
Segundo Frederico Mayor (UNESCO), “A chave do desenvolvimento sustentável e autônomo é a educação, uma educação que alcance todos os membros da sociedade, em novas modalidades e por intermédio de novas tecnologias para proporcionar a todos verdadeiras oportunidades de aprender ao longo de toda vida (...) “. Sendo assim, a tecnologia contribui para uma maior democratização na educação e para uma educação cada vez mais sustentável, fortalecendo o exercício de uma cidadania duradoura, significativa e libertadora. Aos profissionais ligados à educação, em todas as áreas, cabe a consciência que o uso destas tecnologias exige; uma nova maneira de entender a educação e uma nova forma de ver e pensar o mundo. E essa preocupação não pode ser só da área educacional, mas de todos os setores políticos, econômicos, meios de comunicação, ou seja, toda sociedade organizada.
Finalizo com uma frase de Fernando Pessoa:
“Da minha aldeia vejo quanto da Terra se pode ver o Universo... Por isso a minha aldeia é tão grande como outra qualquer Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura...”
Fontes
http://www.eca.usp.br/prof/moran/textost.htm http://www.eca.usp.br/prof/moran/novtec.htm http://aprendiz.uol.com.br/content/memesusled.mmp http://www.recea.org.br/acervo/Proposta_POLITICA_WORD2.pdf http://www.ebah.com.br/educacao-para-um-futuro-sustentavel-uma-visao-transdisciplinar-para-uma-acao-compartilhada-l179087.html http://www.bancodoplaneta.com.br/profiles/blog/show?id=1741754%3ABlogPost%3A216142 http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2003/ebs/index.htm http://e-educador.com/index.php/artigos-mainmenu-100/4475-education09 http://www.profala.com/arteducesp149.htm
Marcadores:lia fernandes
Artigos
sábado, 16 de março de 2013
Shalom Israel
Marcadores:lia fernandes
Vídeos e Imagens
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
Educação sustentável
Análise do texto Tecnologia Educativa e Currículo: caminhos que se cruzam ou se bifur-cam?
Lia Fernandes
É inquestionável a importância da tecnologia na vida cotidiana, conseqüentemente a sua inserção no contexto educacional foi inevitável. Atualmente é imprescindível incluir a tecnologia no currículo escolar.
De acordo com Saviani a escola tem que estar preparada para acompanhar o progresso:
“A escola esta ligada a este processo, como agência educativa ligada às necessi-dades do progresso, as necessidades de hábitos civilizados, que correspondem à vida nas ci-dades. E a isto também está ligado o papel político da educação escolar enquanto formação para a cidadania formação do cidadão. (Saviani, 1996: p-157).”
A princípio a Tecnologia Educativa estava restrita a utilização de meios e recursos tecnológicos áudios-visuais nas atividades de instrução e treinamento, ela é contemporânea da instrução programada, onde o aluno fornecia respostas esperadas, ambos influenciados pelo “behaviorismo”.
A partir de 1970 ela sofre uma grande mudança para atender aos apelos de uma civilização visual e auditiva.
Atualmente a tendência da Tecnologia Educativa é mais cognitivista. O foco não está mais no modo de utilizar as tecnologias, mas está nos seus aspectos mais importantes e como integrá-los no programa curricular para o desenvolvimento educacional.
No processo de cognição o que vale aqui não é a resolução de problemas previamente colocados, mas entrar na espessura do problema e problematizar-se com ele.
Neste sentido aprender é, antes de qualquer coisa, constituir um problema e formar com ele um campo problemático. (cf. Kastrup, 1997).
Mas a Tecnologia Educativa não deve se apoiar só no modelo cognitivista.
Os principais focos e as principais transformações que a tecnologia educativa e currículo certamen-te terão de enfrentar é; na organização e estruturação dos ambientes de aprendizagem, no papel mais ativo do aluno e no desenvolvimento e gestão do currículo.
A Tecnologia Educativa precisa de um Desenvolvimento Curricular adequado às demandas da sociedade, abrangendo os desafios atuais de ordens sociais, culturais, políticas, econômicas, ambientais, etc.
Artigo 26 da LDB em relação à organização curricular: “base nacional comum, a ser complemen-tada, em cada sistema de ensino e por parte diversificada que atenda as especificidades regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e do próprio aluno, integração e articulação dos conhecimentos em processos permanentes de interdisciplinaridade e contextualização.”
Logo o currículo deve ser organizado e construído a partir dos problemas e preocupações de interesse e realidade da comunidade escolar, diferenciando dos currículos acadêmicos e fragmenta-dos por disciplinas, sendo assim, o aluno torna-se o ser ativo do processo ensino-aprendizagem.
O mais importante papel de um currículo é o da produção de identidades pessoais.
Em síntese, ainda temos uma educação de imprensa no mundo audiovisual. Nesse mundo globali-zado a educação é um grande recurso para uma estruturação mundial.
A educação e a formação para a utilização educacional das TICs é elemento decisivo no desenvol-vimento e inovação do currículo (Área, 1996), na reorganização dos processos de aprendizagens e na modificação global do modelo de ensino (Pacheco, 2001).
Se a teoria curricular tem uma palavra a dar, já que se trata do currículo escolar, do mesmo modo a Tecnologia Educativa tem muito a dizer, porque as tecnologias no processo educativo são os seus cartões de identidade (Valer Rueda, 2001: 263).
“O currículo é um processo porque se trata apenas de uma proposta, e é uma práxis, porque o conhecimento é um processo construtivo.” (Custeles, 200: 78).
A concepção do currículo como hipertexto (Landow, 1992; Pacheco, 2001; Martins, 2001) é talvez a mais feliz metáfora para um modelo curricular do novo “mundo digital” (Negroponte, 1996).
Silva refere (1998: 209) “... o professor é o principal protagonista sobre quem recai a última palavra na integração das mídias.”
“Sem uma correta integração e valorização do componente pedagógico na “alfabetização digital” dos professores, corre-se o risco de reforçar o analfabetismo funcional digital.” (Pretto & Serpa (2001)).
Na opinião de Área (1996: 11) a cultura organizativa dominante na escola tem se caracterizado pela “... fragmentação, isolamento, individualidade e ausências de experiências partilhadas.”
A escola precisa de uma renovação pedagógica. Só criando condições de igualdade no acesso à informação a escola assumirá a verdadeira função social que hoje lhe cabe e é solicitada. Só assim a escola poderá ajudar os jovens no correto exercício da cidadania (Patrocínio, 2001).
Todas essas questões interessam tanto a Tecnologia Educacional como ao Desenvolvimento curricular, ajudando formar cidadãos mais cultos, responsáveis e críticos, no desenvolvimento de uma sociedade democrática.
Fontes:
Título: Tecnologia educativa e currículo: caminhos que se cruzam ou se bifurcam? Autor: Coutinho, Clara Pereira
• INDAGAÇÕES SOBRE CURRÍCULO - EDUCADORES E EDUCAN-DOSPublicado por Enya el enero 27, 2009 a las 3:14pm
• Ver el blog de Enya
Currículo e Tecnologia Educativa _ Vol. 1
Organizador(es) | »Paraskeva, João M. »Oliveira, Lia R.
A INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA EDUCATIVA NO ENSINO FUNDAMENTAL-Maria Hermínia Benincá Schenkel
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_educacional
http://edutec.net/tecnologia%20e%20educacao/edhist.htm
Assinar:
Postagens (Atom)
Quem sou eu
Seguidores do Blog Jardins e CIA, Seja Bem Vindo
Marcadores
- A Excelência de Deus (2)
- Artigos (2)
- Beth. (1)
- Click Sustentável (1)
- Curiosidades Bíblicas (1)
- Denúncias (19)
- Dica de leitura (1)
- escola (1)
- escola. (1)
- HOMENAGEM (1)
- Justiça Divina (7)
- Lia Fernandes (6)
- Lia Fernandes. (2)
- Meditacoes (5)
- Meditacões (2)
- meio Ambiente. (1)
- Misericordia (3)
- mudando pra melhor (1)
- outono (6)
- presente (1)
- Reflexões (10)
- Souza Cruz (1)
- Sustentabilidade (1)
- teatro. (2)
- Uberlandia (2)
- ver video. (1)
- Vídeos e Imagens (9)








